Bandeirada: Testado e Aprovado

TESTADO E APROVADO:

Nota máxima para a nova pista de Austin, no Texas. O GP América teve tudo que precisa ter uma grande corrida. A reta de largada em subida foi uma grande invenção. O retão, onde os carros “abriam as asas”, foi um festival de ultrapassagens. Até briga pela ponta tivemos. E mais, pela primeira vez, o americano lotou as arquibancadas do novo circuito. Portanto, Austin: testado e aprovado.
MANOBRA:

A Ferrari aplicou mais uma de suas manobras. E deu certo! Ambos os pilotos largaram no traçado limpo. Alonso fez uma ótima largada e “pulou” do sétimo para o quarto lugar. Dentro das circunstâncias, Felipe Massa que chegou em quarto no final, não perdeu quase nada, pois, certamente, teria que ficar atrás de Alonso, no final da corrida. Foi até onde poderia ter ido.
RECUPERAÇÃO:

A Red Bull dominou tudo em Austin. Liderou todos os treinos. Sebastian Vettel largou na frente onde ficou várias voltas, fez a melhor volta da corrida. Mas, não venceu! A recuperação na corrida de Lewis Hamilton foi digna de registro. Fez um baita GP.
TREZE:

A temporada ainda não está decidida. A vantagem em pontos e em equipamento são os grandes triunfos de Vettel, na sua luta pelo tricampeonato. Em circunstancias normais é tri! Assim, a Ferrari torce pelo improvável, para o inacreditável, para o velho jargão: “corridas são corridas”. Só terminam com a bandeirada. A diferença na tabela são treze pontos, o que quase obriga uma vitória de Fernando Alonso. Portanto, tarefa muito difícil.
PRESTÍGIO ABALADO:

As três últimas temporadas, sem vitórias, sem resultados expressivos abalaram as opiniões sobre o multicampeão Michael Schumacher. À volta a F1, depois de quatro anos, mostrou que o tempo é impiedoso. O alemão não conseguiu ser sombra do que foi no passado. Isto acabou influenciando os cronistas da BBC (imprensa inglesa) o colocarem no quinto lugar entre os melhores pilotos da história. Ayrton Senna foi considerado o primeiro.
DECISÃO:

Interlagos tem a chance de mais uma vez ser a decisão do campeonato. Pena que somente dois chegam em condições matemáticas de ganhar o título. A diferença é grande. Mas, pelo menos, somente no Brasil se conhecerá o novo tricampeão da F1.

 

 

 

(Artigo escrito por Vicente Majó da Maia)

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