A direção de provas da IndyCar, que na última prova em Milwaukee errou e puniu indevidamente o piloto Scott Dixon, numa relargada, introduzirá um novo método para julgar as relargadas da categoria.
Segundo Beaux Barfield, diretor de provas da IndyCar, houve dois deslizes no caso do problema com Dixon: um técnico e outro humano. O deslize técnico foi da cronometragem, e o humano, dos comissários, que em vez de analisar o replay da relargada que valeu, assistiram a um procedimento que fora abortado na volta anterior.
A partir deste fim de semana, em Iowa, uma câmera de vídeo será fixada no posto do diretor de provas, e as imagens capturadas serão automaticamente sincronizadas com a geração de imagens da corrida e com a cronometragem. Assim, o replay e os tempos não precisarão ser sincronizados manualmente, como sempre foi feito.
Barfield afirmou que a mudança “melhora, inquestionavelmente, a nossa habilidade para oficializar com precisão as largadas e relargadas”. Quanto a Dixon, infelizmente ficou com todo o prejuízo pela punição incorretamente dada naquela prova.
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