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Mortes no Rali Dakar

O Rali Dakar é o maior – mas também o mais perigoso – rali tipo Cross-Country do mundo. Sempre levando o desafio cada vez mais longe, em terrenos sempre inóspitos (aliás, exatamente o que seu fundador pretendeu ao criá-lo, após ter ficado perdido por alguns dias no Deserto da Líbia).

Assim ocorrerem acidentes não só é algo esperado como, também pela sua vastidão, muito propício a transformar acidentes mais fortes em algo mortal.

A edição de 2015 foi a última vez que a morte se anunciou – e já no terceiro dia, durante a especial #3 -, ceifando a vida do piloto polonês Michal Hernik, aliás o primeiro polonês a morrer no Dakar.

Com Hernik, já são 28 as vítimas fatais do Dakar. Mas nada se compara aos massacres de 1988 e 1991, quando nada menos de sete pilotos morreram na prova. Aliás todos de nacionalidade francesa, exceto um que era holandês.

O maior período de “calmaria” foi entre os anos de 1998 e 2001, quando tivemos quatro anos consecutivos sem nenhuma morte.

Veja na tabela abaixo a relação completa das vítimas fatais do Rali Dakar, por ano da ocorrência, atualizada até a edição de 2017:

 

Veja nas tabelas abaixo as estatísticas das fatalidades por nacionalidade e por categoria de veículo acidentado:

 

– FJPB –

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